quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Ídolos das Multidões

Ídolos das Multidões
Thomas Sowell

"Um grupo humano se transforma numa multidão quando responde a uma sugestão em vez de a um raciocínio, a uma imagem em vez de a uma idéia, a uma afirmação em vez de a uma prova, à repetição de uma frase em vez de a argumentos, ao prestígio em vez de à competência."

Jean-François Revel não estava se referindo aos Estados Unidos quando escreveu essas palavras, nem à sua França, mas aos seres humanos em geral. Ele não estava com certeza se referindo a Barack Obama, de quem ele nunca deve ter ouvido falar, pois Revel morreu ano passado.

Para encontrar algo comparável às reações de euforia da multidão em relação à Obama, teríamos que retroceder às antigas imagens das multidões alemãs dos anos 1930, com sua bajulação ao führer, Adolf Hitler. Em retrospecto, podemos olhar para aquelas pessoas com compaixão, sabendo quantos delas foram levadas à morte pelo homem que idolatravam.

A exaltação do momento pode custar um alto preço no futuro. Em nenhuma outra situação isso é mais verdadeiro do que quando se vai escolher o líder de uma nação, que significa entregar a esse líder o destino de milhões hoje e de gerações ainda por nascer.

Um líder não tem de ser mau para levar um país a uma catástrofe. Inexperiência e incompetência podem criar resultados muito similares, talvez ainda mais rapidamente numa era nuclear, quando "um pequeno país" - como o senador Obama chamou o Irã - pode provocar uma catástrofe em qualquer lugar do mundo, se esse país for governado por fanáticos suicidas e se ele fornecer armas nucleares a terroristas que são também fanáticos suicidas.

Barack Obama é verdadeiramente um fenômeno de nosso tempo - um candidato presidencial que não consegue citar uma única realização em sua carreira, além de alavancá-la com retórica.

Ele tem uma resposta retórica para tudo. Quando falamos da ameaça do Irã, estamos nos engajando na "política do medo" segundo Obama, algo que nos distrai das "verdadeiras questões", tais como aumentar impostos e fazer benesses com o dinheiro dos outros.

Quem já estudou os anos que precederam a II Guerra Mundial fica impressionado com o número de pessoas e países que não conseguiram enxergar os preparativos de Adolf Hitler.

Mesmo Hitler telegrafando seus golpes, poucas pessoas pareciam perceber a mensagem. Livros sobre o período tinham títulos como "A tempestade se avoluma" e "Por que a Inglaterra adormeceu?".

Será que as futuras gerações ponderarão sobre por que adormecemos? Por que não conseguimos perceber a tempestade se avolumando no Irã, onde um dos maiores produtores de petróleo do mundo está construindo plantas nucleares - ostensivamente para gerar eletricidade, mas cujo óbvio propósito é produzir bombas atômicas.

Esse é um país cujo presidente tem ameaçado tirar do mapa um país vizinho. Alguém tem de desenhar? Quando os terroristas colocarem as mãos nas armas nucleares, não haverá meios de deter os homens-bomba. Nós e nossos filhos estaremos permanentemente à mercê dos impiedosos.

E do que estamos falando? De políticas fiscais e aumento de gastos governamentais, da culpa das companhias petrolíferas e do salvamento das pessoas que jogam com arriscados empréstimos habitacionais e perdem.

Estamos falando sério? Somos incapazes de percepção adulta das coisas e de assumirmos a responsabilidade adulta que nos cabe?

Barack Obama, claro, tem sua resposta usual: conversar. A retórica parece ser sua resposta para tudo. Obama clama por uma diplomacia "agressiva" e por "duras" negociações com o Irã.

Esses adjetivos coloridos podem impressionar eleitores ingênuos, mas eles têm pouca chance de impressionar fanáticos que estão dispostos a se destruírem se, no processo, eles conseguirem nos destruir.

O que exatamente o senador Obama irá dizer ao Irã que ainda não foi dito? Que não queremos que eles desenvolvam armas nucleares? Isso já foi dito, de todas as formas possíveis. Se conversa funcionasse, já teria funcionado.

Ir às Nações Unidas? O que eles farão, exceto publicar alertas - e quando eles forem ignorados, publicar outros mais?

Mas o que tem Obama além de conversa - e multidões de adoradores?

Publicado por Townhall.comTradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo. – PUBLICADO PELO SITE WWW.MIDIASEMMASCARA.ORG que se encontra fora do ar temporariamente por ação de Hacker.

domingo, 10 de agosto de 2008

Aquecimento Global: evidência ou farsa?
Márcio Paes

“O alarme sobre o Aquecimento Global se disfarça de ciência,
mas não é ciência, é propaganda”.
Dr. Paul Reiter, IPCC e Pasteur Institute, Paris


De tal maneira impregnou-se na cultura o tema do Aquecimento Global, que duvidar da sua veracidade coloca-o em uma posição um tanto excêntrica.

Nas diversas esferas culturais, escolas, universidades, meios de comunicação e meios políticos o conteúdo da informação é: a temperatura média da Terra aumentou nos últimos cem anos em meio grau devido à emissão de CO2 na atmosfera, principalmente através da queima de combustíveis fósseis pelas atividades humanas.

Quando a ONU reúne centenas de cientistas em seu órgão IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) os meios de comunicação salientam que todos esses cientistas concordam que tal elevação da temperatura deve-se mesmo às atividades humanas. Além disso, o tom é apocalíptico, prevê derretimento da geleira polar, aumento dos níveis dos oceanos, conseqüentemente inundando de 30 a 40 países até o final do século, furacões cada vez mais freqüentes e destruidores, disseminação da malária e outras doenças infecciosas, impacto na agricultura ocasionando em menor produtividade de alimento. Para maiores detalhes do alarmismo vejam no site do Greenpeace.

Os componentes desse esquema informativo são altamente convincentes: a) unanimidade “dos melhores cientistas do mundo que trabalharam no IPCC” (sic); b) alarmismo sobre as catastróficas conseqüências; c) o papel dos meios de comunicação em não mostrar que existe outra versão sobre o assunto, reforçando que o Aquecimento Global além de ser uma “verdade inconveniente” é também uma verdade incontestável.

Esses três aspectos juntos levam todas as camadas da população a acreditarem na “realidade” do aquecimento global e de suas conseqüências. Porém, tal crença não teria uma força de convencimento tão grande sem o papel fundamental que tem desempenhado a grande mídia, principalmente no Brasil. Em nenhum momento, que eu tenha conhecimento, os meios de comunicação brasileiros noticiaram outros pontos de vistas sobre o tema.

Mas, apesar da crença geral, é tão evidente assim o que se ensina sobre Aquecimento Global?

Eu já sabia através da internet que milhares de cientistas renomados no mundo não concordam com as conclusões do IPCC; alguns deles inclusive membros do próprio IPCC. Havia lido uns dois artigos do Dr. Richard Lindzen, professor de Ciências Climáticas do MIT. Tivera acesso a importante conferência de Michael Crichton (autor de Jurassic Park, que depois veio a se tornar filme) sobre a “Predição Impossível” do aquecimento Global. Em breve publicarei neste blog diversos links sobre o assunto.

O problema é que a opinião de diversos cientistas contrários às conclusões do IPCC não alcançam o grande público. Foi para furar esse bloqueio que o Canal 4 britânico levou ao ar em seu país um documentário arrasador: “A grande farsa do Aquecimento Global”.

Neste documentário são entrevistados diversos renomados cientistas, especialistas em ciências climáticas, que expõe de maneira absolutamente fundamentada, clara e ao mesmo tempo didática, que as provas científicas não apóiam as conclusões do IPCC.

Neste documentário Patrick Moore, co-fundador do Greenpeace e seu presidente por vários anos, revela aspectos importantes do movimento ecológico.

A novidade para nós é que esse documentário está disponível na internet com legenda em português. É um vídeo imperdível para todos aqueles que querem fugir da desinformação que nos oferecem a Globo e a Folha de São Paulo e tutti quanti.

Com a existência da internet manter-se desinformado é uma questão de opção.

Assistam ao documentário utilizando os links abaixo:

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 1
http://video.google.com/videoplay?docid=7248545906871164713&q=The+Great+Global+Warming+Swindle&ei=1GOCSKyFApP8rAL_4N38DQ

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 2
http://video.google.com/videoplay?docid=3413487525024248457&ei=&hl=pt-BR

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 3
http://video.google.com/videoplay?docid=-5787363793648537354&ei=&hl=pt-BR

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 4
http://video.google.com/videoplay?docid=2944069617741724911&ei=&hl=pt-BR

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 5
http://video.google.com/videoplay?docid=-1366240212203622945&ei=&hl=pt-BR

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 6
http://video.google.com/videoplay?docid=-3285848541791845295&ei=&hl=pt-BR

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 7
http://br.youtube.com/watch?v=OBd8_cgLYek&feature=related

A Grande Farsa do Aquecimento Global - Parte 8
http://br.youtube.com/watch?v=KI6_1ndsTFg&feature=related

A grande farsa do aquecimento Global 9
http://br.youtube.com/watch?v=OBd8_cgLYek&feature=related

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A Origem das Legislações Politicamente Corretas
Márcio Paes

Em todo o mundo está sendo implantado praticamente o mesmo conjunto de legislação: contra tabaco, leis ambientes, leis contra o consumo de álcool, leis pró-aborto, leis pró-minorias, leis pela descriminalização das drogas, leis pelo desarmamento da população, legislação sobre alimentos (o que se pode comer e beber), controle populacional em escala mundial, dissolução das religiões tradicionais etc. Pode-se dizer que se trata de uma tendência mundial.

Mas, seria essa tendência um movimento espontâneo, fruto das aspirações da população de cada país?

Seria difícil explicar tal tendência por várias formas de espontaneidades locais, pois dificilmente países com culturas e realidades tão diferentes teriam as mesmas demandas por legislações identificas.

Acontece justamente o contrário. Esses diversos projetos de lei não são espontâneos, são planejados. Essas legislações descritas acima são idealizadas nos escritórios da ONU (Organização das Unidas) para serem implantadas no mundo todo. Consultem o site http://www.onu-brasil.org.br/ e constatem a abrangência desses programas. Não conheço documentação mais completa sobre o assunto em português do que no site do Mídia Sem Mascara, são aproximadamente duzentos e cinqüenta artigos de autores brasileiros e internacionais sobre a ONU.

A implantação dessa legislação se dá através da ação de diversos órgãos que compõe a estrutura das Nações Unidas; através de milhões de ONGs financiadas pela própria ONU, pelas Fundações Rockfeller e Ford. Somente essa última destina US$ 500 milhões anuais a programas desse tipo; sem falar do financiamento dos governos nacionais a essas ONGs. No Brasil estima-se que tenha 280 mil ONGs movimentando US$ 30 bilhões.

Mas, esse processo não se daria de maneira completa sem a colaboração ativa de intelectuais, incluindo os jornalistas e professores universitários. Esses personagens são fundamentais para preparar as diversas camadas da população com as idéias que futuramente serão transformadas em legislação.

Uma estratégia fundamental é colocar a questão de modo que pareça estar resolvendo um problema efetivo, problema por sua vez que todos querem ver resolvido, por exemplo: desarmar a população como solução à violência, proibição do tabaco para promover a saúde etc. Sempre é para a promoção de um suposto “bem”.

Colocada a questão desse modo, são necessárias “provas” para corroborar cada um das questões. Nesse estágio aparecerem notícias do tipo: a proibição de x diminuiu y; uma relação causal simples e imediata. Negligencia a própria estrutura da realidade, pois esta não comporta essa simplicidade: no mundo real, social ou natural, um fator está condicionado a múltiplos fatores, a causa não é único fator e sim vários. A apreciação de cada um dos fatores pode trazer ganhos significativos sobre o entendimento do problema, mas perderia na eficácia da propaganda. E é justamente por isso que os problemas públicos têm sido simplificados de modo tão grosseiro.

Assim sendo, constrói-se estatísticas para justificar tais medidas que pretendem implantar. Essas estatísticas na grande maioria das vezes são incompletas, e muitas vezes falsas mesmo, fabricadas com o intuito de fazer propaganda. A veiculação dessas estatísticas em grandes meios de comunicação contribui de maneira expressiva para formação da opinião pública.
Colocar o problema de ângulo arbitrário, divulgar estatísticas e notícias incompletas ou falsas, apelar o sentimentalismo, são estratégias conjuntas que não tem falhado na aceitação de muitas idéias.

A instituição social que cria a legislação é o Estado. A ONU promovendo em todo o mundo seus projetos de legislação, através de seus diversos mecanismos, age como um Meta-Estado. Qual o objetivo declarado dessa instituição?

O Relatório da ONU sobre O Desenvolvimento Humano de 1994 declara que “Os problemas da humanidade já não podem ser resolvidos pelos governos nacionais. O que é preciso é um Governo Mundial. A melhor maneira de realizá-lo é fortalecendo as Nações Unidas.”

Uma incrível concentração de poder como nunca se viu na história da humanidade. Poder que sobrepõe todos os poderes nacionais. Poder que pretende ditar a todos os cidadãos do mundo como devem se comportar, o que comer e o beber.

Concentração de poder em uma instituição corrupta, uma instituição que apóia veladamente terroristas, governos tirânicos e genocidas, uma instituição onde funcionários estupram crianças nos países miseráveis que deveriam prestar apoio, uma instituição que fez de tudo para impedir a guerra do Iraque não por motivos humanitários, mas porque tinha negócios com o genocida Saddam Hussein, e que contribuiu para que o tirano embolsasse nada menos que 6.7 bilhões de dólares. E enfim, uma instituição que incentiva políticas econômicas erradas, que o único crescimento que produz, é o crescimento da pobreza.

No clássico romance 1984 do escritor George Orwel, o mundo era comando nos mínimos detalhes pelo Big Brother (Grande Irmão). Ele era quem ditava as regras para a sociedade. Para que o domínio social fosse mais efetivo, era necessário o domínio psicológico da população; uma das ferramentas para consecução desse objetivo era atribuir um significado diferente a cada palavra, cujo nome do método de dominação era “novilíngua”: “guerra é paz, escravidão é liberdade”.

Que muitas pessoas aplaudam o cerceamento de sua própria liberdade, é compreensível! A história está cheia de exemplos!

Márcio Paes